ROMULO

FRÓES_

ROMULO FRÓES
[São Paulo-SP, 1971]


Cantor e compositor paulistano, Romulo Fróes tem oito discos solos lançados. Também lançou três discos com o grupo Passo Torto, do qual participa junto com Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Marcelo Cabral, sendo o mais recente em parceira com Ná Ozzetti, além de um disco em parceria com o cantor e compositor César Lacerda. Atuante na cena musical independente, é um de seus principais interlocutores, realizando documentários, trilhas sonoras, curadorias musicais, produção, direção de discos e shows de outros artistas, além de publicar textos sobre a música brasileira.


Suas composições já foram gravadas por diversos artistas como Elza Soares, Ná Ozzetti, Juçara Marçal, Nina Becker, Mariana Aydar, Jussara Silveira, Bruno Morais, Juliana Perdigão, Rodrigo Campos, Filipe Catto, Manuela Rodrigues, Mona Gadelha, entre outros.


Em 2018 lança seu oitavo disco solo “O Disco Das Horas”, com direção musical de Thiago França. É lançado o disco “Deus é Mulher” de Elza Soares onde assina a coprodução musical, além de contar com duas composições em parceria com Alice Coutinho em seu repertório. Assina a direção artística de “Motor”, disco de estreia de seu parceiro, o baixista e produtor Marcelo Cabral.


Em 2017 faz a direção musical da peça “Labirinto” com direção de Daniela Amorim e Patrick Pessoa, que também assina o texto ao lado de Alexandre Costa. É convidado pelo site Outros Críticos para assinar uma coluna de música.


Em 2016 lança pelo Selo Sesc seu sétimo disco solo “Rei Vadio”, um elogiado tributo à obra de Nelson Cavaquinho. Lança também “O Meu Nome é Qualquer Um”, álbum em colaboração com o cantor e compositor César Lacerda, além de lançar “Barulho Feio ao Vivo no Arena”, um registro do show de seu disco homônimo. Assina a direção artística de “Monumento ao Soldado Desconhecido”, disco de estreia de seu parceiro Clima. Assina a direção artística de “Ó”, segundo disco de Juliana Perdigão.


Em 2015 lança “Thiago França”, terceiro álbum do grupo Passo Torto, desta vez em parceria com a cantora Ná Ozzetti. Lança também seu sexto disco solo “Por Elas Sem Elas”, em que regrava canções suas lançadas anteriormente por cantoras como Elza Soares, Juçara Marçal, Juliana Perdigão, Nina Becker, entre outras. Assina a direção artística do aclamado álbum de Elza Soares “A Mulher do Fim do Mundo”, cuja canção título é uma parceria sua e de Alice Coutinho. Assina a direção artística de “Conversas com Toshiro”, terceiro disco de Rodrigo Campos.


Em 2014 lança seu quinto disco solo, "Barulho Feio" (YB Music), com participações de Marcelo Cabral, Thiago França, Guilherme Held, Rodrigo Campos e Juçara Marçal. "Calado", primeiro disco de Romulo Fróes, ganha uma edição em vinil, comemorativa de seus dez anos de lançamento. "Passo Elétrico", segundo álbum do Passo Torto, é vencedor na categoria melhor álbum de rock/pop no 24º Prêmio da Música Brasileira. Assina a direção artística de “Mergulhar, Mergulhei”, disco do cantor e compositor Pipo Pegoraro.


Em 2013 compõe para a companhia de teatro As de Fora, a trilha sonora da peça "Ninguém no Plural", baseada na obra do escritor Mia Couto. Passo Torto lança seu segundo disco, “Passo Elétrico”. O grupo participa do ano do Brasil em Portugal, em Lisboa, da Virada Cultural de São Paulo, da Balada Literária de São Paulo e da Bienal de Arquitetura de São Paulo. Romulo é curador do projeto “Cedo e Sentado” no Studio SP.


Em 2012, seu grupo Passo Torto é contemplado como o melhor grupo de MPB no 23º Prêmio da Música Popular Brasileira. Romulo cria, dirige e apresenta o programa de televisão "Cada Canto" (Mira Filmes / YB Music), no Canal Brasil. Junto com Cacá Machado, concebe a trilha para a peça de teatro "Oréstia", de Ésquilo, com direção de Malu Galli. Dirige o espetáculo musical em homenagem ao compositor paulista Geraldo Filme no SESC Vila Mariana. Participa do projeto "72 Rotações", recriando na íntegra o álbum "Transa", de Caetano Veloso, com shows no CCJ Ruth Cardoso e SESC Santana. É um dos produtores do disco "Bahia Fantástica", de Rodrigo Campos. Toca em diversos lugares, como Teatro Payol, em Curitiba, FUNARTE, Belo Horizonte e São Paulo, SESC Consolação e Vila Mariana, Casa de Francisca, Serralheira, em São Paulo.


Em 2011 lança seu quarto disco "Um Labirinto Em Cada Pé" (YB Music), com participações especiais de Arnaldo Antunes, Dona Inah e Nina Becker. Também lança o disco de seu projeto paralelo "Passo Torto" (YB Music). Participa da Semana da Canção de São Luís do Paraitinga e do festival Coquetel Molotov, em Recife. Faz shows no Oi Futuro Ipanema, Rio de Janeiro; Virada Cultural Paulista, em Santa Bárbara d'Oeste; na Casa Francisca; no Itaú Cultural; nos SESCs Belenzinho, Pompéia, Bom Retiro, Vila Mariana e Ipiranga, em São Paulo.


Em 2010 seu primeiro disco "Calado" (2004) é considerado pelo jornal Folha de São Paulo, um dos cinquenta álbuns mais importantes da música brasileira na primeira década deste século. Faz a curadoria "Versão Brasileira", programação de shows no CB Bar, em São Paulo. Toca no festival Conexão Vivo, em Belém e Belo Horizonte; nos SESCs Curitiba, Osasco e Ipiranga; no SESI Marília; no Real Gabinete Português de Leitura na entrega do prêmio Portugal Telecom, no Rio de Janeiro e no Teatro Arena, em São Paulo.


Em 2009 lança o álbum duplo "No Chão Sem o Chão" (YB Music), com a participação das cantoras Andréia Dias, Lulina, Mariana Aydar e Nina Becker e os músicos Guilherme Held, Curumin, Fábio Sá, Bocato, André Mehmari, Lanny Gordin, entre outros. Participa do show e da coletânea “10 anos do Prata da Casa – 1999/2009” (Selo SESC) e do disco "Ataulfo Alves - 100 Anos" (Lua Music). É capa da revista Trip, onde é apontado como um dos artistas mais importantes da nova geração. Participa, junto com Adriana Calcanhotto, do show de abertura da “7ª FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty”. Faz a direção musical do projeto do SESC Pompéia “Trilhando”, em que recria a trilha sonora da vida da cineasta Sandra Werneck. Realiza os shows "Seu Olhar Gentil" com Bruno Morais e Rodrigo Campos, no Auditório Ibirapuera; no SESC Pompéia; no Grazie a Dio!; no Studio SP; na Cinematheque, no Rio de Janeiro; Espaço Brasil Telecom, em Brasília e na Virada Cultural no MIS.


Em 2008, é considerado pela revista Bravo! um dos nomes mais influentes de sua geração. Participa e organiza o show "Tudo de Novo", no Auditório Ibirapuera, com Andréia Dias, Bruno Morais, Cidadão Instigado, Curumin e Guizado. Toca no projeto "Cedo e Sentado", no Studio SP, e no Zebulon, em Nova York.


Em 2007, participa do festival “Troca Brahma”, quando toca em importantes palcos do Reino Unido, como o histórico Koko, em Londres, The New Picket, em Liverpool e no Old Fruitmarket, em Glasgow. Seu disco "Cão", recebe elogiosas críticas em importantes revistas especializadas como a americana Downbeat e as inglesas Wire e Time Out. Toca no Espaço Cultural CPFL, em Campinas; no Cinematheque, no Rio de Janeiro; na Caixa Cultural; no Studio SP, no Grazie a Dio! e nos SESCs Vila Mariana, Ribeirão Preto e Pompéia, onde divide a noite com Tom Zé, em São Paulo.


Em 2006 lança seu segundo álbum "Cão" (YB Music), em que renova seu interesse pelo samba triste mas já aponta sua música para outras direções. O disco tem a participação do importante guitarrista Lanny Gordin, de Dona Inah, das pastoras da Nenê da Vila Matilde, entre outros. Neste ano faz o show de lançamento no SESC Pompéia e Vila Mariana e toca em diversas casas noturnas de São Paulo, como Studio SP, CB Bar e Coppola.


Em 2005, é convidado pelo SESC Pompéia a dirigir o projeto “Disco de Ouro”, na edição dedicada ao álbum "Acabou Chorare", dos Novos Baianos, que teve a participação de Luiz Melodia, Elza Soares, Baby do Brasil, entre outros.


Em 2004 lança seu primeiro álbum solo, “Calado” (Bizarre Records), quando se consolida o que viria a ser o núcleo criativo de todos os seus trabalhos seguintes, formado por Romulo e pelos artistas plásticos Clima (Eduardo Climachauska) e Nuno Ramos. Toca na "Bienal Prata da Casa", no projeto “São Paulistas: Vanguardas”, ambos no SESC Pompéia; no Itaú Cultural, em São Paulo e no Santander Cultural, em Porto Alegre.


Em 2003, participa da “8ª Mostra Prata da Casa”, no SESC Pompéia, importante projeto que faz o mapeamento da nova música brasileira.


Em 2001 lança seu primeiro trabalho solo, um EP (Bizarre Records) com quatro faixas onde inicia sua parceria com Clima.


Romulo Fróes iniciou sua carreira na banda Losango Cáqui, quando lançou dois discos de forma independente, “Losango Cáqui” (1997) e “Losango Cáqui #2” (1999). É formado em Licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade Belas Artes.